Salmos de Meishu-Sama

Educação, moral e ética
Não são verdadeiros ensinamentos: são provisórias.
O advento dos meus ensinamentos pôs fim a todos eles.

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Independentemente de quanto a cultura avançar,
Que felicidade haverá para a humanidade sem Deus?

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Eu destruirei a civilização mundana, de longa data
E instituirei uma civilização autêntica que prosperará verdadeiramente!

Sagradas Palavras de Meishu-Sama

“Fé e regras morais”

Na política existem o liberalismo e o feudalismo. O mesmo ocorre na religião. A maioria das religiões existentes é de natureza feudal. Por exemplo, seus ensinamentos baseiam-se no moralismo, ditando o que se pode e o que não se pode fazer. Tais tipos de religião são feudalistas, de visão estreita e de natureza shojo. Ao contrário dessas, nossa religião não possui regras morais e é de natureza verdadeiramente liberal.

Regras morais na religião funcionam como as leis em nossa sociedade, mas controlar as pessoas através de leis não é o ideal. Aquele que é realmente justo não comete o mal, independentemente de onde estiver, mesmo que não haja leis ou regulamentos. Uma pessoa assim é um verdadeiro ser humano.

Dessa forma, regras morais são leis religiosas. Aquele que não consegue agir de forma justa sem a força de regras morais não possui verdadeira fé. Tendo dito isso, enquanto a humanidade se encontra num estado incivilizado e barbárico, a inteligência humana é baixa e as pessoas não conseguem compreender o que é realmente a religião. Daí a necessidade de controlar o mal através de regras morais.

Fica claro assim que, numa cultura altamente civilizada, as pessoas alcançam um nível no qual conseguem compreender a verdadeira vontade de Deus, e a religião não precisa puni-las, ou seja, não precisa de regras morais. Eu afirmo que somente esse tipo de religião está qualificada a construir o paraíso na Terra, no qual a paz verdadeira e eterna prevalecerá.

Jornal Luz, N.º 40, 17 de dezembro de 1949

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