Saudação do Masaaki-Sama
Culto do Natalício de Meishu-Sama
Centro de Convenções Twin Messe Shizuoka, Japão
23 de dezembro de 2018

 

Boa tarde a todos os senhores!

Como puderam ver no vídeo agora há pouco, a última mensagem que Meishu-Sama nos transmitiu foi o “nascer de novo como Messias”. Penso que o que Kyoshu-Sama tem nos transmitido ao longo dos últimos anos é o que isso significa para cada um de nós.

Como todos sabem, um ano antes de Meishu-Sama ascender, ele mesmo anunciou que “o Messias havia nascido”, e que ele “nascera de novo”. E no ano seguinte, ele fez sua ascensão. O que precisamos pensar é o seguinte: Meishu-Sama nasceu de novo como Messias, e ascendeu no ano seguinte, certo? Então, será que ele faleceu com um ano de idade? Lógico que não! Ou então: Meishu-Sama afirmou que nasceu de novo em 1954, não é? Será que ele vai viver durante uns 70 ou 80 anos em algum lugar no Mundo Espiritual, e depois vai morrer por lá? Não é isso também, não é?

Isso porque, Meishu-Sama disse: “Não foi uma reencarnação; eu nasci de novo.” Ou seja, Meishu-Sama continua vivo, e daqui para frente continuará vivo. Quando ele diz que não vai reencarnar, é no sentido de que não vai mais morrer. Em outras palavras, Meishu-Sama conquistou a vida eterna.

Meishu-Sama afirmou que “o Messias nasceu” e nos ensinou que “Messias é o nome em que está impregnada a vida eterna”. E agora Kyoshu-Sama tem nos orientado que, não só Meishu-Sama, mas cada um de nós também pode receber a vida eterna que está contida no nome Messias.

Acredito que esse seja o motivo de nós dizermos: “vamos objetivar nascer de novo como Messias” ou “precisamos aceitar o nome Messias”. Evidentemente, objetivar e aceitar o nome Messias é importante, mas o que não podemos nos esquecer é que “Messias” é um nome muito importante que Deus nos preparou com muito amor.

Por exemplo, uma mãe, quando vai receber um filho que está retornando para casa, vindo de muito longe, quer alegrar o filho, não é? Então ela pesquisa a receita de um prato especial, vai comprar os ingredientes de primeira qualidade, prepara a comida com muito amor, e usa a melhor louça para servir a refeição. No caso de um pai, é normal ele pensar no futuro do filho. Por exemplo, tem pai que deseja oferecer uma maravilhosa casa ao filho quando este se casar, e para isso, se empenha ao longo dos anos para construir uma casa pensando no filho. Quando chegar a hora, tanto o filho que se sentar à mesa e ver aquela maravilhosa refeição preparada pela mãe, como o filho que ver a bela casa que o pai construiu com amor, talvez pense de maneira simples: “Já que preparou a comida, vou comer” ou “Já que construiu esta casa para mim, vou morar nela”. Mesmo assim, certamente a mãe ficará feliz: “como é bom ver meu filho saboreando a comida que fiz!” e o pai deve pensar: “Poxa, valeu a pena ter construído essa casa para ele!”.

Entretanto, na verdade, o que os pais gostariam mesmo de ouvir, seria: “Mãezinha, você preparou essa comida especialmente para mim? Não sei se mereço tanto… vou comer tudo!” ou “Pai, mesmo não merecendo tanto, você ainda construiu essa maravilhosa casa para mim? Muito obrigado! Eu sei que não mereço uma casa como essa. Certamente vou morar feliz nesta casa que o senhor construiu com muito carinho!”. Realmente, os pais ficariam felizes de ouvir isso de seus filhos.

Porém, “refeição” e “casa” são coisas visíveis deste mundo material. No caso de Deus é diferente: Ele constrói coisas invisíveis, que nenhuma pessoa consegue “construir”. A própria “vida”, que é invisível, foi preparada por Deus para todos nós.

Deus também nos disse: “vocês não precisam morrer”, “eu lhes dou a vida eterna”. E foi mais além quando nos disse: “vocês não serão um sem-nome qualquer: vou lhes dar também um nome!” e nos outorgou a vida com o nome “Messias”.
Agora pouco citei os exemplos da “refeição” e da “casa”. Da mesma forma, em relação ao compromisso que fazemos: “vou objetivar nascer de novo…”, “preciso aceitar o nome Messias…”, Deus deve estar nos dizendo: “Se é assim que vocês estão direcionando seus corações a mim, então eu fico feliz!”.

Entretanto, da nossa parte, assim como a postura de um filho ideal mencionado acima, sinto que precisamos pensar da seguinte forma: “Mesmo eu já tendo virado as costas para Deus, Ele preparou para mim algo tão maravilhoso. Não preciso mais morrer! Deus me deu a vida eterna, que é a verdadeira salvação. Não mereço tanto… Quero receber o nome Messias!”. Acredito que, se pensarmos assim, Deus, que é o nosso verdadeiro Pai, ficará muito feliz.

Existe o “eu ideal”, que é aquele que deseja pensar dessa maneira. Entretanto, no mundo real existem momentos em que queremos muito aceitar isso, mas há momentos também que não o desejamos. Ou então, às vezes, nem queremos voltar nossos corações a Deus. E, se estamos envolvidos por preocupações ou sofrimentos, às vezes até deixamos de acreditar na existência de Deus.

Por isso, há uma grande distância entre “ideal” e “realidade”. Há o “eu ideal”, que quer se arrepender e aceitar o nome Messias, mas há também o “eu real”, que não consegue pensar dessa forma. Existe uma certa distância entre eles. Mesmo que haja vontade de se aproximar do “eu ideal”, sempre vem aquele pensamento: “mesmo depois de anos tentando, vai ser difícil conseguir”. Esse tipo de pensamento, vai e volta…

Mas se somos assim, será que somos existências que não terão chance de serem salvas enquanto estivermos neste mundo? Esse será o nosso fim? Eu não acho isso.

O que Meishu-Sama nos ensina sobre isso? Mesmo que estejamos sofrendo com vários tipos de pensamento, com as preocupações e conflitos internos, Meishu-Sama está nos dizendo: “Na verdade, vocês todos são seres paradisíacos”. Somos habitantes do Paraíso!

Se for isso mesmo, então todos os tipos de pensamentos que aparecem dentro de nós, como: quero aceitar o nome Messias, ou não quero aceitá-lo, estou com ciúme, estou com raiva, não consigo voltar meu coração a Deus… tudo isso vem à tona para sermos salvos!

Como somos habitantes do Paraíso, como fomos agraciados com o nome Messias, vários tipos de pensamentos acabam se juntando dentro do nosso coração, como “não quero receber o nome Messias”, “não tenho salvação”, etc. Mas será que Deus não está querendo receber tudo isso através de nós, para podermos salvar toda a humanidade?

Contudo, acho que não é simplesmente pensar: “basta fazer o encaminhamento” ou “é só fazer a prática do sonen”… obviamente, essas são práticas importantes, mas o ponto vital é: com que sentimento está fazendo essas práticas?

O ideal é pensar assim e fazer o encaminhamento: “Ah, certamente Deus está preenchendo o meu coração com Seu amor e está querendo receber tudo que existe dentro de mim. Para salvar tudo, Deus está juntando vários tipos de pensamento dentro de mim, e ligando tudo ao nome Messias que está no meu interior.”

Nós pensávamos que somente Meishu-Sama havia recebido essa mensagem realmente magnífica, tornando-se o único Messias. Acreditávamos que o mundo maravilhoso existia somente dentro de Meishu-Sama. Entretanto, Kyoshu-Sama está nos ensinando que não é isso. Ele está nos dizendo: “Esse mundo realmente maravilhoso existe também no interior de cada um dos senhores!”.

Ele nos ensina que, dentro de nós, existe a verdadeira felicidade, a maior de todas as felicidades – que é muito superior ao conceito de felicidade criado pelas pessoas, e que existe também, um local maravilhoso, um local ainda mais maravilhoso que os Solos Sagrados visíveis, dentro de cada um de nós.

E não é só dentro de nós: na verdade toda a humanidade possui a maior de todas as felicidades dentro de cada um. Todos os seres humanos possuem dentro de si, um mundo verdadeiramente maravilhoso preparado por Deus, um mundo repleto de felicidade.

Logicamente, aceitamos tudo isso. E, enquanto agimos dessa maneira, muitos pensamentos também vêm à tona. “Ah, meu coração está preenchido pelo amor de Deus! Ele está querendo receber o que vou encaminhar”. Ao mesmo tempo, olhe para as pessoas ao lado e diga: “Na verdade, dentro de você também tem um mundo maravilhoso! No seu interior existe a vida eterna em que está gravada o nome Messias!”. Vamos nos tornar pessoas que consigam transmitir ao seu semelhante que todos os seres humanos já estão envolvidos pelo amor de Deus.

Por esse motivo, ao refletirmos a esse respeito, compreendemos que Meishu-Sama está nos dizendo, neste exato instante, que “a hora chegou”. Penso que ele está nos informando que chegou a hora de transmitirmos o seu verdadeiro desejo e a sua verdadeira salvação. Finalmente é chegado o momento de darmos início a uma nova etapa e acredito que nós estamos vivendo agora um momento decisivo.

Portanto, o fato de Kyoshu-Sama estar orientando que um mundo maravilhoso e o sagrado nome Messias já existem dentro de cada um dos senhores é, para a humanidade, algo extraordinário! Cada um de nós está vivendo esse momento extraordinário e maravilhoso.

O dia de hoje é uma data comemorativa em que celebramos o natalício de Meishu-Sama. Há quem indague: quem é Meishu-Sama? Para mim, Meishu-Sama é um ser especial que respondeu com seu próprio exemplo, a muitas perguntas como por exemplo: Como a humanidade deve agir? O que é a humanidade? O que é a verdadeira felicidade do ser humano?

Por esse motivo, penso que o dia de hoje, data em que Meishu-Sama nasceu sobre a superfície terrestre, tem realmente um significado extremamente profundo para toda a humanidade. Consequentemente, não existe alegria maior para mim do que poder celebrar esta data tão significativa com todos os senhores.

Neste ano, apesar de ter vivenciado inúmeras situações, sou extremamente feliz por estar caminhando ao lado de todos os senhores. No próximo ano, que se aproxima, também desejo caminhar com Kyoshu-Sama e com todos os senhores, servindo de corpo e alma para que possamos proporcionar muitas alegrias a Meishu-Sama, concretizando sua sagrada obra de salvação. Espero poder contar com a colaboração de todos!

Muito obrigado!

 

Versão em PDF: Natalicio de Meishu-Sama_Masaaki-Sama

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