Salmos de Meishu-Sama

Deus pinta uma obra prima usando todas as cores.
Ele pinta o “Reino dos Céus na Terra”.

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Ideologia e “ismos”
Muitos os criam e tentam progredir,
Mas seus caminhos são tão estreitos que, em pouco tempo,
Não são mais capazes de continuar.

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Meus seguidores,
Vocês agora participam da gloriosa Obra Divina
Que a humanidade ainda está para experimentar.
Portanto, lhes digo,
Abandonem sua forma pequena, estreita e mesquinha de pensar!

Sagradas Palavras de Meishu-Sama

“A Religião deve ser universal” 

Em primeiro lugar, independentemente do quão perfeitamente uma religião possa satisfazer todos os outros critérios necessários, ela não será uma verdadeira religião se sua base não for universal. Se sua natureza for étnica ou restrita a um país, assim como tem sido o Japão e outros países do mundo, ela gerará conflitos. Como uma religião assim está propensa a se vangloriar de sua superioridade e rebaixar as outras, não só ela fica impossibilitada de trabalhar com outros grupos como, também, às vezes, políticos tiram vantagem de religiões deste tipo para alcançar objetivos escusos. Um bom exemplo disto foi o governo militarista japonês que, durante a Guerra do Pacífico, difundiu uma ideologia xintoísta muito radical. Um outro exemplo foram as Cruzadas na Europa da Idade Média, que também ilustram bem o que estou dizendo.

Eu poderia enumerar muitos outros exemplos como esses, e a razão disso é que, no passado, a religião tinha caráter étnico, como mencionei acima. Não podemos culpar ninguém por isso, pois a infraestrutura de transportes não era avançada como hoje e as relações internacionais da época eram mais restritas. De forma resumida, a cultura ainda estava em sua infância e, de certa forma, era inevitável que as religiões estivessem confinadas a determinadas áreas geográficas.

Porém, hoje, tudo se tornou global e internacional, e a religião também precisa acompanhar isso. Foi por essa razão que deixamos de usar a palavra “Japão” no nome de nossa Igreja e a demos o novo nome de “Igreja Mundial do Messias”.

Jornal Messias, N.º 49, 11 de fevereiro de 1950

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