Salmos de Meishu-Sama

Ó Senhor da Salvação,
Vós descestes das nuvens de glória
Para perdoar os pecados de toda a humanidade!

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Quão maravilhosa e temerosa é a sagrada obra do Messias!
Ele exerce Seu poder
E separa o Bem do Mal.

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Eu sei da rigorosidade do dia do Vosso Julgamento, ó Deus.
Cada indivíduo mal que existir se curvará perante Vós
E se arrependerá.

Sagradas Palavras de Meishu-Sama

“Prefácio de Criação da Civilização

Este é o livro mais proeminente e colossal escrito na história da humanidade, e nenhum outro livro se compara a ele. De forma simples, este é um livro que esboça o mundo da nova civilização que se aproxima; é o evangelho do Paraíso e a Bíblia do século XX. Eu afirmo que a civilização atual não é uma civilização verdadeira – ela é uma civilização mundana que existirá somente até o nascimento da nova civilização. A Bíblia menciona o fim do mundo. Isso se refere ao fim da civilização mundana atual. Há, também, a seguinte profecia na Bíblia: “O evangelho do Paraíso será pregado por todo o mundo; e então virá o fim”. Este livro é a materialização dessa profecia. Além disso, ao passo que a Bíblia é uma coletânea de ensinamentos de Jesus Cristo, as palavras neste livro vieram diretamente de Jeová, nosso Pai Celestial, cuja existência foi pregada repetidas vezes por Jesus Cristo. Jesus também nos alertou com as seguintes palavras: “Arrependei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo”. Em outras palavras, Jesus não afirmou que ele próprio construiria o Reino dos Céus.

Eu não afirmo que o Reino dos Céus está se aproximando. Pelo contrário, eu afirmo que o Reino dos Céus já chegou. Atualmente, estou trabalhando no seu alicerce e, apesar disso se dar em pequena escala, estou manifestando poder e milagres surpreendentes, dia após dia, e as pessoas estão sendo tomadas de admiração. Enquanto, por um lado, avança a construção de pequenos modelos do Reino dos Céus na Terra, por outro lado, a limpeza da velha civilização em escala global finalmente terá início. Isso nada mais é que o início do Juízo Final, que separará o Bem do Mal. Resumindo, a humanidade entrará num período em que o Mal perecerá e o Bem prosperará. Isso resultará em um número de vítimas além da imaginação. No entanto, com o Seu grande amor, Deus deseja minimizar esse número, tornando-o o menor possível. A publicação deste livro marca o início da materialização dessa vontade de Deus. Após Deus ter julgado a velha civilização e separado o Bem do Mal, os justos dos perversos, aqueles que forem considerados bons e úteis aos olhos de Deus sobreviverão. Aqueles que são maus e não têm esperança de se arrependerem, infelizmente perecerão por toda a eternidade.

Uma vez concluído o Juízo Final, em seguida, será iniciado o planejamento do novo mundo. Nesse período de transição, todas as culturas serão reconstruídas em um grau nunca antes visto. As falhas da velha civilização serão corrigidas e o rumo da nova civilização será mostrado. Tudo isso é muito bom. No entanto, há algo com o qual devemos nos entristecer. Trata-se do advento da grande purificação dos pecados e impurezas acumulados pela humanidade por muito tempo, ao longo de milhares de anos. Agora, explicarei isso em detalhes, e aqueles que estão lendo este artigo estão tendo a oportunidade de serem salvos. Aconselho o leitor a agarrar esta oportunidade sem um momento de hesitação. Minha tarefa é alertar a humanidade sobre a grande purificação que se aproxima e, como representante de Deus, advertir as pessoas a se arrependerem. Se esse não é o amor de Deus, o que seria então? Portanto, agora que o leitor está ciente de tudo isso, ele deve mudar sua atitude mental o mais rápido possível e preparar seu coração para os dias que se aproximam. No julgamento final de Deus, tudo será decidido de forma definitiva – aqueles cujos pecados pesam demasiadamente perecerão e aqueles cujos pecados são leves serão salvos. Aquele que acredita no julgamento de Deus adquirirá a vida eterna e terá a permissão de ser um habitante do Paraíso Terrestre que se aproxima. Através deste livro, eu pretendo fazer com que todos saibam, plenamente, com forte convicção, o quão profundo é o plano de Deus, o quão grande é a sua escala e o quão selvagem e de baixo nível foi a civilização até hoje.

Jornal Glória, N.º 170, 20 de agosto de 1952

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