Palavras de Kyoshu-Sama

 

Igreja Mundial do Messias – Encontro de Responsáveis de Área de Difusão

 

Hotel RIHGA Royal, Osaka, Japão
5 de fevereiro de 2020

 

Bom dia.

Primeiramente, quero agradecer as saudações feitas pelo Presidente da Igreja Mundial do Messias, Rev. Narii, e pelo Presidente da Igreja Messiânica Mundial, Rev. Nakadomari, bem como os discursos de determinação feitos pelo reverendo Takahara, Responsável de Região, e pelo ministro Kurosawa, Responsável de Área de Difusão. Fiquei extremamente emocionado ao ter contato com o sentimento dos senhores. Ao mesmo tempo, aflorou em meu interior o sentimento de querer corresponder ao empenho de todos. Através de Meishu-Sama, em nome do Messias, entreguei a Deus os muitos sentimentos que os senhores carregam consigo, juntamente aos meus sentimentos.

Ontem, realizamos o Culto do Início da Primavera da Igreja Mundial do Messias. Estou muito grato e ao mesmo tempo feliz por termos conseguido esse feito. Durante o culto, agradeci a Deus pelo fato de a Igreja Mundial do Messias ter sido instituída dentro de cada um de nós, e relatei isso ao Senhor Deus e a Meishu-Sama.

O presidente Narii disse que fora guiado por mim rumo à Igreja Mundial do Messias, mas, de minha parte, sinto que fomos, eu junto a todos os senhores, guiados por Meishu-Sama, que abriu as portas para adentrarmos o caminho pelo qual avançaremos com o nome Igreja Mundial do Messias.

Deus, para poder concretizar Sua própria vontade, precisava fazer a Igreja Mundial do Messias ressuscitar em nosso interior a qualquer custo. Por isso que Ele preparou esse acontecimento através de Meishu-Sama.

Entretanto, apesar dessa preparação, não há como algo ser concretizado sem alguém que corresponda aos preparativos. Os senhores, com um coração puro, corresponderam à vontade de Deus, ultrapassaram inúmeras circunstâncias e interesses pessoais, perceberam que há algo muito importante a ser protegido e um caminho importante a ser percorrido, mostrados por Meishu-Sama, almejando isso com pureza.

Quem praticou isso com consistência, desde o princípio, foi o presidente Nakadomari, o presidente Narii e os vice-presidentes Shirasawa e Kawatani. Portanto, tenho muita gratidão por tudo o que eles fizeram e tem feito.

Também tenho muita gratidão a todos os senhores que, junto aos membros, ultrapassaram dificuldades e se ergueram em busca da verdadeira fé.

Os senhores dizem que, há três anos, eu me levantei sozinho. Mas como Meishu-Sama, que é uno ao Senhor Deus, com a forte determinação de que precisava se erguer dentro de cada um de nós para nos guiar rumo à verdadeira fé e salvar toda a humanidade, se ergueu, eu, no mundo da forma, me levantei representando todos os senhores. Obviamente, isso não teria sido concretizado sem o apoio da minha família e sem ter sido encorajado por eles.

Tenho muita gratidão por isso, considerando tudo como obra de Deus.

No Sagrado Juramento, que os senhores têm entoado, há um trecho sobre as minhas orientações que diz: “consideramos as orientações de Kyoshu-Sama como único, absoluto e insubstituível alicerce”. Todavia, assim como foi dito pelo Masaaki, só existe um ser que é único, absoluto e insubstituível. Esse ser é o Deus Único – o Senhor Deus – e é Ele quem ensina e guia todos nós.

No princípio, todos nós estávamos no Paraíso e, junto a Meishu-Sama, recebemos o único, absoluto e insubstituível ensinamento do Senhor Deus. Creio que esses ensinamentos foram, agora, “abertos” dentro de cada um de nós. Quando Meishu-Sama fundou a Igreja Mundial do Messias, ele disse que estava “abrindo um ensinamento”. Por meio dessa frase, acho que Meishu-Sama estava se referindo ao ensinamento que Deus havia aberto antes para nós no Paraíso.

Agora, ao invés de dizer que estamos recebendo novos ensinamentos, devemos pensar que, atualmente, estamos relembrando os ensinamentos que recebemos no princípio. Ou seja, passamos a ter a seguinte percepção: “Ah, então era isso!”.

Minha função é transmitir aos senhores tudo que relembrei, representando todos os senhores, apesar da imperfeição de minhas palavras. Não estou tentando transmitir-lhes o pensamento que vem de um ser humano, como eu, mas sim, quero que todos relembremos, juntos, o que já possuímos desde o princípio.

Por que eu estou sendo utilizado desta forma? Por causa da função de Kyoshu (Líder Espiritual). Entretanto, por existir dentro de mim algumas características de pessoa obstinada e de “ser sempre do contra”, se alguém como eu puder se lembrar apenas um pouco disso, talvez seja mais fácil de os senhores dizerem: “Ah, é isso!”.

 

Sobre o nome Messias, passamos a conhecer o seu significado através de Meishu-Sama.

Para o povo japonês, o nome Messias é um termo distante, não é verdade? Nós recebemos esse nome no Paraíso, juntamente a toda humanidade e todas as existências, mas no local onde nascemos, ou seja, neste mundo, existem inúmeros países e regiões, bem como inúmeras etnias. Muitas das pessoas que nasceram e foram criadas no Japão cultuam e veneram vários deuses e divindades budistas. Eis o conceito de fé que aprendemos e assim fomos criados. Não recebemos a educação de que existe um único Deus e que devemos confiar e servir a Ele, não é verdade? O fato de o nome Messias ter sido anunciado num país como o Japão é algo muito significativo. Aqui, as pessoas consideram o Deus único como uma existência distante, e não foram treinadas para servir a esse Deus. E foram essas pessoas que receberam o anúncio sobre o Deus único e o nome Messias. Além do mais, o fato de terem aceitado isso é, certamente, uma prova de que Deus achou necessário que isso acontecesse.

Deus criou o mundo para salvar todos os seres humanos, sem exceção, e torná-los Seus filhos.

Pessoas que vivem distantes do Senhor Deus e habitam um país chamado Japão, localizado no extremo oriente deste mundo, aceitaram a vontade de Deus imbuída no nome Messias dentro do coração que desempenha o papel final da criação do Senhor Deus. Acho que representar toda a humanidade e relatar isso ao Senhor Deus consiste, por si só, no servir na obra de salvação que é a própria salvação de toda humanidade.

Se apenas um determinado país ou etnia souber disso, sentindo-se orgulhoso por tal proeza, é o mesmo que abandonar outras muitas pessoas. Isso não é salvar toda a humanidade. Não consigo deixar de pensar que, para que isso não acontecesse, Deus fez questão de abrir o coração de pessoas como nós, que não sabiam de nada, despertou-nos para a verdade e edificou em nosso interior a igreja que traz o nome Messias.

Há pouco, durante o discurso de determinação, escutei um dos representantes dos senhores declarar que havia agido contra Deus, que há a “semente” de um grande pecado em seu sangue, que apenas com suas forças não vai conseguir fazer nada e que não sabe dizer quando essa semente germinará. Creio que foi muito difícil admitir isso.

Meishu-Sama, no ensinamento Palestra de Inauguração: Sobre a Fundação e Nascimento da Igreja Mundial do Messias, afirma o seguinte: “Há a necessidade de uma clara divisão entre justos e malvados – há a necessidade de fortalecer os justos e eliminar o mal. Precisamos acabar com o mal e dar um fim nele. Naturalmente, então, o poder salvador precisa ser decisivo, e esse poder é o Grande Poder Divino de Deus que o Messias exerce. Ah! A hora de celebrar finalmente chegou!”.

A divisão entre justos e malvados é uma grande bênção que nos permite entender se agimos ou não contra Deus.

Será que o fato de perceber que agimos contra Deus e que temos dentro de nós pecados que precisamos nos arrepender, não significa estarmos nos aproximando, gradativamente, da verdade? E se temos contato com a verdade, será que não passamos a admitir que somos pecadores que precisam se arrepender?

Há pouco, o Rev. Takahara disse que existe a semente de um grande pecado em seu sangue, que ele não consegue fazer nada somente com suas forças e que não sabe dizer quando essa semente brotará. Mas, na verdade, essa semente está constantemente germinando dentro de nós, seres humanos. Além de já ter germinado, dela brotou uma flor. Essa “flor” é a consciência de Deus. Nós nos apossamos dessa consciência e passamos a carregar esse pecado. Como isso, por si só, fazia parte do plano de Deus, éramos existências que não conseguiam escapar desse pecado.

Já que cada um de nós carrega essa consciência, inevitavelmente queremos ser valorizados e admirados neste mundo. Para tanto, buscamos receber uma boa educação e viver uma vida significativa aqui na Terra. Entretanto, vivendo dessa maneira, não conseguimos escapar da centralização no ser humano, enquanto na verdade, deveríamos nos centralizar em Deus. Por mais que tentemos, só com nossa força, não conseguimos evitar a centralização no ser humano.

Isso corre em nosso sangue e, por esse motivo – assim como eu disse no culto realizado ontem – Deus não conseguirá fazer com que nos tornemos Seus filhos enquanto carregarmos conosco esse pecado. É por isso que Ele quer nos perdoar e fazer com que nos tornemos pessoas livres de pecados. Então, Deus, com Seu amor imensurável, enviou Jesus Cristo à Terra e fez com que ele fosse crucificado para expiar todo pecado cometido, não só naquela época, como no passado, no presente e no futuro. Deus recebeu o sangue redentor de Jesus, fazendo com que ele se tornasse o Cristo, ou seja, o Messias – o filho de Deus, e fez com que toda a humanidade se tornasse livre de pecados – tanto a humanidade no passado, como no presente e no futuro.

Em nosso coração, manifestam-se alegrias, tristezas, agonias e felicidades, bem como inúmeras preocupações e sofrimentos. Também possuímos imperfeições e presunção e, ao percebermos nossa postura de priorizar nossos sentimentos e não o sentimento de Deus, sentimos remorso e nos ocorrem sentimentos de reflexão. Além disso, inúmeros sentimentos afloram em nós quando escutamos ou presenciamos tragédias, acidentes, conflitos em pequena ou grande escala e os mais variados acontecimentos que, na sociedade, são associados à infelicidade.

Quando isso acontece, é extremamente importante relatarmos a Deus quais sentimentos e pensamentos nos vieram à tona no exato momento em que vivenciamos tais situações, dizendo: “Ó Deus, estais expiando isso!”.

Mesmo que, nesses momentos, não pensemos dessa forma, espero que todos não se esqueçam de fazer essa prática ao perceber isso.

Servir a Deus significa não deixar presos os sentimentos que se manifestam dentro de nosso coração, mas sim, determinar com coragem, em nosso coração, que aquilo que estamos sentindo agora foi expiado por Deus e que foi aceito por Ele. Depois, relate a Deus a sua determinação.

Deus nos concedeu a permissão de servi-Lo dessa forma.

Ao tomarmos conhecimento do precioso sangue redentor, proveniente da graça e perdão de Deus, será que não é necessário associá-lo a nós, aceitá-lo e corresponder a essa bênção?

Ao invés de continuarmos dizendo que somos pecadores, se formos capazes de perceber nossos pecados, será que não precisamos nos arrepender, aceitar o sangue redentor e regressar ao Paraíso?

Como sozinho, apenas com Seu próprio esforço, não conseguirá fazer nada, literalmente falando, Deus nos perdoou unilateralmente.

Agora, adentramos a nova etapa da criação, na qual Deus está criando e educando toda a humanidade, acolhendo-a em Seu Paraíso e fazendo com que todos se tornem Seus filhos.

Inúmeros sentimentos e experiências que vivemos, sejam eles considerados por nós como bons ou ruins, existem para servirmos nesta nova etapa da obra de criação.

Deus, como Pai, deseja que Seus filhos compreendam o que Ele realiza e, por esse motivo, os filhos precisam entender quais são os feitos do Pai. Além de compreender, é preciso corresponder às Suas realizações. Portanto, nos momentos em que inúmeros sentimentos vêm à tona e vivenciamos várias experiências, ao invés de simplesmente considerarmos que a expiação de nossos pecados não foi concluída, como Deus já colocou um ponto final em tudo isso, vamos afirmar que, juntamente a todas as existências, todos os nossos pecados já foram expiados pelo sangue redentor de Jesus e colocar um ponto final. Depois, precisamos relatar isso a Deus.

Como mencionei há pouco, no ensinamento Palestra de Inauguração, Meishu-Sama afirma: “há a necessidade de uma clara divisão entre justos e malvados – há a necessidade de fortalecer os justos e eliminar o mal. Precisamos acabar com o mal e dar um fim nele”. Fortalecer os justos e eliminar o mal significa: se vocês continuarem se apossando da alma, vida e consciência de Deus, acabarão se tornando a existência denominada mal, por isso, regressem ao Paraíso, que é a nossa origem. Sinto ser esse o chamado que está sendo feito agora a todos nós.

Eliminar o mal significa o desejo de querer que saibamos que Deus perdoou todos os pecados cometidos pela humanidade no passado, presente e futuro; significa que Ele colocou um ponto final nisso.

O mundo já se transformou num mundo completamente novo!

Agora, uma nova força está atuando no interior de cada um de nós.

Será que Meishu-Sama não recebeu essa grande transição com uma alegria imensurável, jamais experimentada, denominando-a Transição da Noite para o Dia no Mundo Espiritual, e desejava, a qualquer custo, transmiti-la a toda humanidade?

Assim como eu disse no culto realizado ontem, a Transição da Noite para o Dia anuncia o fim da primeira etapa da criação, na qual Deus criou todas as existências, fez com que elas evoluíssem e construiu a autoconsciência de cada um de nós. Essa transição é importantíssima, pois depois dela, adentramos uma nova etapa, a segunda etapa da criação, na qual a autoconsciência será acolhida por Deus. Como também disse há pouco, é importante associarmos e aceitarmos essa Transição da Noite para o Dia como algo que diz respeito a nós.

Deus, que realizou a grandiosa transição que chamamos Transição da Noite para o Dia, enviou-nos à Terra para servirmos na salvação de toda humanidade e todas as existências.

É por isso que nós, através de Meishu-Sama, passamos a saber que recebemos um espírito divino chamado Messias.

A semente que cada um de nós carrega consigo é a semente do espírito divino chamado Messias. Precisamos afirmar perante Deus que recebemos essa semente.

Por termos nos apossado dessa semente tão importante para Deus, será que não acabamos transformando-a numa semente pecaminosa para nós?

Agora, estamos aqui reunidos participando do Encontro de Responsáveis de Área de Difusão da Igreja Mundial do Messias, mas quem é que realmente está realizando a difusão, o trabalho missionário? Não é outro senão o ser único, absoluto e insubstituível, ou seja, o Senhor Deus, não é? É Deus quem realiza a difusão. É Ele quem nos guia e nos doutrina. Nós somos simplesmente pessoas que estão na posição de servir na difusão de Deus.

O objetivo da difusão de Deus é fazer com que todos os seres humanos se tornem Seus filhos. Deus deseja que o maior número de pessoas relembre quem é o seu verdadeiro Pai e regresse ao Seu lar. E, desejando avançar cada vez mais a Sua obra de criação, Ele nos utiliza e está agora desenvolvendo com afinco a Sua difusão.

Devido a esse objetivo, Deus preparou a rota pela qual seremos capazes de conseguir regressar ao Seu lar.

Meishu-Sama, no ensinamento Características peculiares da salvação pela nossa Igreja, diz o seguinte: “Primeiro temos que subir ao Paraíso, tornarmo-nos entes paradisíacos e salvar multidões”. No entanto, nós ficamos pensando no que precisa ser feito para subir ao Paraíso. Mas, como eu disse há pouco, não conseguimos subir ao Paraíso se possuímos grandes pecados em nosso sangue. É por esse motivo que Deus preparou uma rota chamada sangue redentor, uma rota que recebeu o sagrado nome Messias, para que possamos nos tornar seres livres de pecados e consigamos regressar ao Paraíso. No nome Messias existe o sangue redentor. A rota para regressarmos ao Paraíso existe em nosso interior.

Originalmente, nós viemos do Paraíso, que é a origem de Deus. Somos capazes de retornar por essa rota, mas nós nos esquecemos desse caminho. Nós próprios saímos dessa rota, apesar de ela realmente existir.

Deus está nos utilizando constantemente para salvar muitas pessoas.

Exemplificando por meio de um elevador de uma loja de departamentos, nós, que estávamos na cobertura desse prédio – o Paraíso – fomos colocados no elevador por Deus e enviados para o térreo – a Terra. Nesse local, Ele nos fez escutar e presenciar inúmeras coisas e saborear diversos sentimentos para receber muitas pessoas de volta como seres que foram expiados e perdoados. Nós devemos entrar, juntamente com muitas pessoas, no elevador que está no térreo e retornar para a cobertura. Lá relataremos tudo a Deus e, representando essas muitas pessoas, precisamos dizer: “Ó Deus, que Vós recebais isso como sendo a Vossa obra de salvação”.

É dessa forma que, subindo e descendo de elevador várias vezes, atuamos na posição de intermediar junto a Deus, que realiza a salvação de toda a humanidade.

Até hoje, falávamos com frequência que ministrávamos Johrei a outras pessoas, mas o verdadeiro significado de “ministrar” é atuar como mediadores que levam alguém a Deus. Como Deus se encontra em nosso interior, Ele está realizando Sua obra de salvação dentro de nós. É melhor carregarmos conosco este sentimento.

Portanto, acho que é melhor não ficarmos presos ao pensamento humano de que “difusão” significa somente a ação de expandir, ampliar ou engrandecer.

A vontade de Deus em gerar Seus filhos chegou a tudo e a todos, juntamente à Sua respiração. A vida, alma e consciência de Deus já chegaram a todos os seres humanos. O mesmo ocorre com o perdão e a salvação.

Todas as pessoas já receberam o nome Messias. Mesmo que, neste mundo, elas ainda não saibam a verdade sobre esse sagrado nome, não o compreendam bem, não o aceitem ou digam que não querem aceitá-lo, como todos já receberam o sagrado nome Messias, primeiro somos nós que devemos reconhecer isso.

Nós também negamos o nome Messias no passado. Por esse motivo, somos capazes de relembrar que recebemos o sagrado nome Messias junto a essas pessoas e de afirmar que regressaremos ao Paraíso com elas. Não é simplesmente dizer: “Olhe, regresse por conta própria”.

Deus quer que o maior número de pessoas relembre disso e regresse ao Paraíso. Ele deseja que voltemos levando conosco tudo e todos.

Sinto que a nossa atuação neste mundo para corresponder a esse sentimento de Deus é transmitir essa verdade ao maior número de pessoas e, incondicionalmente, compartilhar essa bênção com elas.

Falando a partir da criação de Deus, agora Ele está reunindo em Seu interior tudo o que Ele próprio criou, ampliou e engrandeceu, e deseja que nós retornemos ao centro. Isso é para que Ele possa avançar initerruptamente a criação.

O que peço que jamais se esqueçam é que somos bons em expressar as coisas para fora, mas não somos muito bons em voltar nosso coração a Deus, que é quem nos faz expressar as coisas.

O esforço excessivo voltado para o desenvolvimento faz com que nossas atividades se tornem dispersas. Para que isso não aconteça, precisamos avançar tendo o cuidado de não nos afastarmos do objetivo de Deus, que é quem nos faz expressar as coisas.

No Culto de Ano Novo, entoamos o seguinte salmo de Meishu-Sama:

“O mundo chegou a um beco sem saída / Sem possibilidade de progresso. / Que lástima! / O que seria do futuro da humanidade / Se não surgisse a Meshiya Kyo (Igreja do Messias)!”.

Há outro salmo, semelhante a esse, que diz:

“Se eu não tivesse vindo à Terra, / Toda a humanidade teria perecido; seria reduzida ao nada, / Devido ao fardo de seus pecados”.

Esse segundo salmo faz parte da coletânea de salmos para o Culto do Início da Primavera de 1954. Com base nesses dois salmos, creio que Meishu-Sama considera que ele e a Igreja Mundial do Messias formam um corpo só e que ele nos olha também como sendo um só corpo com ele.

“Se eu não tivesse vindo à Terra, / Toda a humanidade teria perecido; seria reduzida ao nada, / Devido ao fardo de seus pecados”. Através desse salmo, sinto que Meishu-Sama está nos dizendo: “Reconheçam que todos os pecados da humanidade foram perdoados através do sangue redentor de Jesus e que eu, juntamente a Jesus Cristo, estou servindo na obra de criação do Senhor Deus”.

Quando instituiu a Igreja Mundial do Messias, em 1950, Meishu-Sama afirmou que iria atuar em consonância com o cristianismo. Desde a época em que, tanto Jesus e seus discípulos, como Meishu-Sama e todos nós estávamos no Paraíso, servíamos a Deus em comunhão, juntamente a todas as existências. Por esse motivo, desde o princípio, na casa de Deus, já havia essa relação de consonância entre todos nós. Será que não é por esse motivo que, apesar de uma diferença de dois mil anos, somos – os cristãos e nós – capazes de servir a Deus em consonância, mesmo aqui na Terra?

Nós, em especial, pudemos conhecer a vontade de Deus, a importante mensagem do Senhor Deus, aqui na Terra, através de Meishu-Sama e, também, através de Jesus. Portanto, é importante, em primeiro lugar, reconhecermos que Deus está agora utilizando Meishu-Sama e nós, seus seguidores, para atuarmos em consonância com Jesus e seus discípulos.

Deus determinou que, com seu grandioso amor e perdão imbuídos no sagrado nome Messias, Ele acolherá toda a humanidade em Seu Paraíso como seres que foram expiados e estão livres de pecados, fazendo com que nos tornemos Seus filhos. Portanto, a nossa atuação como Igreja Mundial do Messias consiste em acolhermos muitas pessoas em nosso interior e, em nome do Messias, que é uno a Meishu-Sama, dizer: “Ó Deus, muitas pessoas retornaram até Vós. Rogo ao Senhor que cada uma delas seja acolhida por Vós como seres que foram perdoados e salvos de seus pecados”. Creio ser muito importante para o futuro da humanidade servirmos dessa maneira.

Eu também desejo praticar com esse sentimento, direcionando meu coração a Deus e intermediando com Ele. Espero, portanto, poder contar com todos os senhores.

Muito obrigado.

 

Versão em PDF: Encontro de Responsaveis de Area de Difusao_Kyoshu-Sama

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