Saudação do Masaaki-Sama

 

Igreja Mundial do Messias – Encontro de Responsáveis de Área de Difusão

 

Hotel RIHGA Royal, Osaka, Japão
5 de fevereiro de 2020

Bom dia a todos.

Assim como eu disse no Culto do Início da Primavera realizado ontem, o nome Igreja Mundial do Messias, que foi determinado pelo próprio Meishu-Sama, ressurgiu. Mas isso não significa somente o ressurgimento desse nome. O que ressurgiu foi o sentimento de Meishu-Sama imbuído nesse nome.

Também mencionei sobre isso ontem, mas esse sentimento é “atuar em consonância com o cristianismo e cumprir, de corpo e alma, nossa divina missão de salvar a humanidade”.

Meishu-Sama disse que irá cumprir “de corpo e alma”. Ele enfatiza: “de corpo e alma”. Sinto que isso é uma determinação excepcional.

Além disso, nessa mesma época Meishu-Sama afirmou que “a Igreja Mundial do Messias se aproximará muito do cristianismo”.

O ressurgimento da Igreja Mundial do Messias, primeiramente, tem relação com isso, ou seja, a relação com o cristianismo.

Todavia, há outro fato importante para nós acerca do ressurgimento da Igreja Mundial do Messias, que é o questionamento em relação ao Johrei.

Talvez haja, dentre os senhores, alguém que já tenha lido a edição Nº 68 da Revista Chijo Tengoku (Paraíso Terrestre), a primeira que foi publicada após a ascensão de Meishu-Sama. Nela, há registros do que Meishu-Sama falou logo após adoecer devido a um derrame cerebral hemorrágico. Ele disse: “O Johrei já não é mais tão importante.”; e também disse “é diferente de como foi até agora”, “de hoje em diante, será a era do sonen” e “orem no coração”. Ademais, está escrito que Meishu-Sama disse isso “repetidas vezes”.

Há o registro de um exemplo concreto. Um servidor que sofrera queimaduras no rosto pediu Johrei, como de costume, a Meishu-Sama, que lhe disse: “É diferente de como foi até agora”, “De hoje em diante, principalmente o sonen será importante”. E, além disso, está escrito que Meishu-Sama repreendeu severamente esse servidor por ter pedido Johrei.

Com isso, todos oraram e, no dia seguinte, o servidor não tinha sequer a marca da queimadura. Eis o episódio retratado nesse artigo.

E, também, está escrito que, de fato, ao ser relatado isso a Meishu-Sama, ele disse: “Saibam: esse é o único exemplo”. Meishu-Sama disse ser o único exemplo.

“O Johrei já não é mais tão importante”; “de agora em diante, será a era do sonen”; “em primeiro lugar vem o sonen. Orem no coração”. Após dizer essas palavras, tivemos esse acontecimento e a pessoa se curou. A respeito disso, Meishu-Sama disse: “Saibam: esse é o único exemplo”.

Não sei dizer se o próprio Meishu-Sama já imaginava que, pouco tempo depois, iria partir deste mundo, mas Deus, através de Meishu-Sama, transmitiu essas palavras. E sinto que isso foi para nós. Meishu-Sama, para dizer a verdade, nos deixou esse exemplo – esse único exemplo.

“O Johrei já não é mais tão importante”; “de agora em diante, será a era do sonen”. Para mim, essas palavras indicam que Meishu-Sama, ao invés da imposição de mãos, afirmara o quão importante é o nosso pensamento – o nosso sentimento. Por ter dito que o Johrei já não é mais tão importante, ele afirma que há algo mais importante do que a imposição de mãos.

É um pensamento meu, mas, por exemplo, existe um conceito de que o imperador japonês e o Japão formam um só corpo, ou seja, se na guerra alguma parte do país sofre um ataque, é como se o corpo do próprio imperador estivesse sendo atacado. Da mesma forma, sinto que Meishu-Sama considerava que a sua organização religiosa era o seu próprio corpo.

Ao sofrer o colapso de um derrame cerebral hemorrágico, Meishu-Sama deparou-se com o estado físico de não conseguir levantar suas mãos. Nessa ocasião, talvez Meishu-Sama tenha pensado: “Eu não consigo levantar minhas mãos. Será que isso significa que eu não consigo mais realizar o Johrei? Não, não é isso! Através do pensamento, é possível ligar-se a Deus. O Johrei também é possível através do pensamento!”.

Olhando por outro ângulo, se o Johrei fosse apenas um ato de imposição de mãos, uma vez que Meishu-Sama sofreu um derrame cerebral hemorrágico e não conseguia mais levantar as mãos, então será que diríamos a ele: “Meishu-Sama, o senhor não consegue mais ministrar Johrei, não é?”

É por isso que Meishu-Sama, ao sofrer o derrame cerebral hemorrágico e não conseguir mais levantar sua mão, reconheceu que o fato de não conseguir mais praticar o Johrei com as mãos não era somente um problema relacionado ao próprio corpo. Pelo contrário, reconheceu que isso era a prova de que o rumo da Obra Divina da Igreja iria mudar. É por isso que ele disse que “o Johrei já não é mais tão importante” e que “de agora em diante, será a era do sonen”. Enfim, ele deve ter pensado: “O fato de eu não conseguir mais levantar a mão significa que o Johrei pela imposição de mãos já não é mais tão importante. De agora em diante, adentraremos a era em que o pensamento será mais relevante”.

Viemos sempre ignorando esse sentimento de Meishu-Sama, ou seja, “o Johrei já não é mais tão importante” e “de agora em diante, será a era do sonen”. Naturalmente, muitos de nós não sabíamos disso. Desde o nosso ingresso na fé, os pioneiros não nos ensinaram quase nada a esse respeito. Mas, através de Kyoshu-Sama, agora nós sabemos que Meishu-Sama nos deixou isso e, portanto, resta-nos pensar: “O que faremos?”. Sinto que, agora, esse questionamento está sendo feito a cada um de nós.

Certamente, os membros terão inúmeras reações quanto ao “atuar em consonância com o cristianismo”, “se aproximará muito do cristianismo” e, além disso, com relação a esse ponto sobre o Johrei.

Sobre a atuação em consonância com o cristianismo, muitos podem dizer: “Mas hoje já não estamos fazemos isso e aquilo? E como fica o que fizemos até hoje?”; ou “Foi falado que o Johrei já não é mais tão importante, então como fica a fé que professamos até hoje?” e “O Johrei agora é de três minutos, mas e neste ou naquele caso? E nesta situação, como fazer?”. Surgirão inúmeros questionamentos como esses.

O que faremos ao nos depararmos com situações como essas? Vamos dizer: “É… você tem razão…” e concordar? Ou, ficaremos preocupados? No entanto, independentemente de quais forem as reações que tivermos, temos que pensar: “Como está o nosso próprio sentimento? O que sentimos com relação a isso?”

Desta vez, a Igreja Mundial do Messias ressurgiu. Então, pensemos sobre o fato de termos utilizado por muito tempo o nome Sekai Kyusei Kyo (Igreja Messiânica Mundial), que Meishu-Sama disse ser “oriental e nada interessante”. Talvez, nós tenhamos o seguinte pensamento: “Mas, também, mesmo no período como Igreja Messiânica Mundial será que muitas coisas não estavam de acordo com o sentimento de Deus? Ocorriam milagres e graças na época da Igreja Messiânica Mundial”. Portanto, há quem pense que nem tudo naquela época era ruim e que isso deveria ser legitimado.

Porém, quem deveria dizer isso a nós é Meishu-Sama, e não nós ficarmos falando como se fôssemos os maiorais. Na posição em que estamos, o correto é pensarmos: “Alteramos o nome da Igreja que foi dado por Meishu-Sama, e isso é um ato imperdoável”, “Queremos, o mais rápido possível, fazer com que tudo volte a ser conforme a vontade de Meishu-Sama” e “Meishu-Sama, estou realmente arrependido. Perdoe-me, por favor”. No momento em que sentirmos esse profundo arrependimento, talvez Meishu-Sama nos diga: “Tudo bem. Na verdade, o caminho percorrido até hoje não foi em vão”. Contudo, na posição em que estamos, não podemos dizer estas palavras.

Mesmo com relação ao Johrei, Meishu-Sama disse que “o Johrei já não é mais tão importante”, que “de agora em diante, será a era do sonen” e que “em primeiro lugar vem o sonen. Orem no coração”. Meishu-Sama também nos deixou o único modelo. Ou seja, o caso de uma doença que foi curada somente com a oração. Esse é o modelo.

Ao invés de considerarmos que o sentido de “único modelo” faz única e exclusiva menção a recebermos bênçãos divinas, vamos pensar acerca do verdadeiro significado do Johrei. Ou seja, reconhecer que Deus está utilizando nosso coração para desenvolver Sua divina obra. Acredito que este seja o sentido correto de receber esse “único modelo”.

Muitos membros falarão inúmeras coisas acerca do Johrei e, certamente, é muito importante o empenho dos senhores no sentido de escutá-los para compreender o sentimento de todos eles. No entanto, ficar somente concordando com eles dizendo “sim, eu entendo…eu entendo”, os membros continuarão tendo dificuldades para ter contato com o verdadeiro sentimento de Meishu-Sama.

Naturalmente, quanto à maneira com que nos relacionamos com os membros, penso que cada caso é um caso. Mas sinto que o mais importante, quando formos conversar com os membros, é confirmar se dentro de nós existe o sentimento de realmente querer pedir desculpas a Meishu-Sama por esta nossa postura, refletindo: “Meishu-Sama nos deixou isso há mais de 60 anos, mas eu sempre ignorei o seu legado” e “as atitudes que eu tive até hoje eram contrárias a Meishu-Sama”.

Entretanto, se dentro de nós só existir algo como: “Será que eu preciso mesmo me arrepender tanto assim perante Meishu-Sama?”, “Daqui para frente, tudo será novo…” ou “É um novo começo…”, acho que será difícil transmitirmos aos membros o que está sendo apresentado sobre o Johrei e sobre atuar em consonância com o cristianismo.

Nesse sentido, sinto que o importante é o sentimento de cada um dos senhores, que são responsáveis de Área de Difusão. Certamente, eu acho que seria bom se dentro dos senhores – dentro de cada um de nós – existisse o sentimento de querer realmente se desculpar perante Meishu-Sama.

Por outro lado, na verdade, existem muitas maneiras de como interpretar as palavras de Meishu-Sama acerca da atuação em consonância com o cristianismo e sobre o Johrei.

Sobre “de agora em diante, será a era do sonen” e “orem no coração”, essas palavras podem ser assimiladas como: “A prece cura a doença, viu!”. Ou então, sobre “atuar em consonância com o cristianismo”, alguém pode dizer: “Existe essa forma de atuar em consonância…”. Realmente, existem muitas interpretações, não é verdade?

Por esse motivo, acho que nisso consiste o que o presidente Narii diz: ter as orientações de Kyoshu-Sama como único, absoluto e insubstituível alicerce para receber a verdade de Meishu-Sama.

Sentimos que essa expressão aparenta ser muito forte, mas agora, momento em que Meishu-Sama não está mais presente materialmente aqui na Terra, quais seriam as outras opções para recebermos o seu sentimento caso o alicerce para isso não fosse Kyoshu-Sama? Qual seria a outra opção? A resposta é: a centralização nos diretores da Igreja, não é verdade? Seria o absolutismo da diretoria. Se o alicerce não for Kyoshu-Sama, então esse alicerce passa a ser os diretores, não é verdade?

O que acontece com a centralização nos diretores? Lembram-se de como foi no passado? A base de tudo passa a ser a lógica dos números centralizada na gestão administrativa. A centralização na diretoria significa a centralização na organização – a organização torna-se mais importante. Assim sendo, naturalmente acabam surgindo demandas para com a sociedade e isso acaba por se tornar o centro das coisas.

A fé é praticada tendo Deus como foco e, portanto, ela deveria estar acima dessas questões mundanas. Entretanto, com a centralização na diretoria, as ideias passam a ser fundamentadas na gestão administrativa e nos resultados. Além disso, a tendência é avançar na direção de ceder a essas questões mundanas da sociedade.

Ao interpretarmos palavras como Deus, Meishu-Sama, Johrei e amor, tínhamos que fazê-lo envolvidos por essas questões. Influenciados por tudo isso, afirmamos para os membros: “Olha, Deus é assim, viu!”, “Dedicar significa agir dessa forma…”, “O Johrei significa isso…” e “Se você acumular virtudes, tal coisa vai se concretizar”. Não foi assim que fizemos até hoje?

Por esse motivo, o fato de os senhores terem Kyoshu-Sama como único, absoluto e insubstituível alicerce significa que, ao contrário do que foi até hoje, todos abandonaram o caminho da centralização na diretoria – em outras palavras, a centralização no ser humano – e querem, a qualquer custo, percorrer o caminho da fé que acredita em algo muito mais importante que o visível – resultados, gestão, sociedade e fatores mundanos. É assim que eu vejo os senhores.

A respeito dos resultados, apesar de Kyoshu-Sama ter transmitido até hoje várias orientações, a diretoria se justificava: “Então… é que existe a realidade…” ou “É porque tem a parte administrativa…”. Por esse motivo, durante muito tempo, o sentimento de Kyoshu-Sama não era transmitido diretamente aos membros. Era dito: “Kyoshu-Sama está dizendo isso, mas a realidade é outra…”, “A difusão tem que ser assim” ou “Isso tem outro significado”.

Dessa maneira, o sentimento de Meishu-Sama que fluía de Kyoshu-Sama era modificado pela diretoria. Se os diretores podiam modificar, era porque existia uma centralização no sentimento da diretoria e não no sentimento de Kyoshu-Sama, e que os diretores eram superiores a Kyoshu-Sama. Era assim, não é verdade?

Existem essas questões referentes à centralização na diretoria e os problemas relacionados aos números dentro da administração da Igreja. Mas, por outro lado, nós falamos com orgulho: salvação da humanidade, não é verdade? A salvação de todos os seres humanos, não é? O fato de objetivarmos a salvação de toda a humanidade significa que tanto os cultos como o encaminhamento de pessoas para ingressarem na fé tem como objetivo as mais de 7 bilhões de pessoas. Não há margem de erro nisso, correto? Nós temos como objetivo a salvação de toda a humanidade e isso não pode ser um discurso utópico. Na prática e de forma concreta, esse é o nosso objetivo.

Ou seja, todos concordam que o objetivo final seja as 7 bilhões de pessoas, não é isso? Será que alcançamos esses 7 bilhões? Não, nós não alcançamos. Logicamente, não podemos ficar naquela ladainha: “concordo com o objetivo final, mas sou contra os meios para se chegar lá”. Assim sendo, não somos contra ser dito “quanto mais, melhor”, no caso da participação dos membros de cada igreja nos cultos especiais ou do número de novos membros. Afinal, se formos contra isso, ter “toda a humanidade” como objetivo final vira uma mentira.

Nossa percepção até então sobre os números e resultados consistia no seguinte: “Se formos adotar essa diretriz, será que conseguiremos aumentar o resultado?”, “Se orientarmos sobre antepassados e acúmulo de virtudes, conseguiremos aumentar os números”. Mas, de agora em diante, evidentemente daremos um fim na busca pelos números e resultados dessa forma.

Entretanto, se, agora, temos uma estrutura organizacional pela qual o sentimento de Kyoshu-Sama – ou seja, o sentimento de Meishu-Sama – é transmitido diretamente aos membros, é óbvio que o melhor seja fazer com que esse sentimento seja transmitido ao maior número possível de pessoas, não é verdade?

Isso não quer dizer que, nos momentos em que um objetivo não for atingido, será feito como ocorreu até hoje, onde os superiores pressionavam seus subordinados dizendo: “Tratem de dar resultado”, como se o fato de um objetivo não ser alcançado significasse algo ruim.

Não é isso! Realmente, eu gostaria que todos os senhores se empenhassem com afinco e a cada momento, ter aquele espírito de não desistir: “É isso aí! Um a um, vamos chegar lá!”, criando um ambiente positivo, alegre e cativante dentro da Igreja, onde, mesmo que o objetivo não seja atingido, possa ser dito: “Não foi desta vez, mas na próxima, vamos conseguir! Vamos lá!” ou “Pode ter certeza de que o próximo será melhor do que este”. Ficarei muito feliz se os senhores, Responsáveis de Área de Difusão, assumirem essa iniciativa de criar um ambiente como esse.

Isto porque, tornamo-nos integrantes com o desejo de transmitir o sentimento de Kyoshu-Sama – ou seja, a vontade de Deus e Meishu-Sama – para o maior número possível de pessoas.

Temos, também, as atividades com os jovens.

A respeito das atividades de jovens realizadas até hoje, era comum dizer: “Aquilo é atividade para adultos, e aquilo é para jovens”. Mas, para mim, não ficava muito claro o motivo de haver essa distinção. No fim, bastava os jovens assistirem aos cultos, praticarem o Johrei e dedicarem. Em linhas gerais, essa era a formação de jovens que era dada. Essa é a impressão que eu tinha. Mas, agora, adultos e jovens já são uma coisa só, não é? O caminho que tanto os adultos como as crianças devem objetivar é um só.

Ou seja, precisamos despertar para a vida eterna de Deus e nos unirmos a ela. Este é, unicamente, o que precisamos focar.

Assim sendo, como já está claro para onde devemos guiar os jovens que ainda não adentraram concretamente o caminho da fé, ao invés de promover atividades como forma de aprimoramento, ou fazer com que eles participem de atividades de jovens que não sejam agradáveis para eles, o melhor é fazer com que eles sintam: “Nossa! Como é legal participar das atividades de jovens da Igreja Mundial do Messias” ou “É muito bom conhecer novos irmãos de fé”.

Acho, todavia, que é bom fazer atividades alegres, mas talvez, só isso não dê aos jovens uma sensação de realização, de satisfação. Por esse motivo, me pergunto se não seria melhor propormos algo que haja cooperação mútua, como trabalhos voluntários ou algo nesse sentido. Afinal, é importante fazer algo em prol do mundo e servir ao próximo.

Mas fazer algo em prol do mundo e servir ao próximo não é a nossa linha de chegada, não é? Até hoje, consideramos isso como sendo o nosso objetivo. Promovemos atividades de jovens focando na formação de pessoas como essas, usando a imagem que criamos, de que era preciso se espelhar no Meishu-Sama que serviu às pessoas. Mas o nosso objetivo final é nos tornarmos pessoas que servem a Deus, assim como Meishu-Sama o fez. Portanto, o objetivo é a formação de jovens como esses.

E o que eu acho mais importante é que as atividades de jovens, pelo menos, divulguem o nome Messias, como, por exemplo, usar a nomenclatura Atividades de Jovens da Igreja Mundial do Messias. Acredito que qualquer que seja a atividade desenvolvida sob o nome Messias, iremos avançar na direção certa.

Gostaria de falar um pouco mais a respeito de consideramos Kyoshu-Sama como único, absoluto e insubstituível alicerce. O primeiro ponto é, como disse há pouco, que a centralização em Kyoshu-Sama não consiste na centralização nos diretores. Outro ponto que eu penso é que o fato de considerar Kyoshu-Sama como único, absoluto e insubstituível alicerce, não se refere somente à relação hierárquica, como acontece neste mundo. Para mim, não tem o significado de simplesmente dar a ordem: “Você tem que obedecer ao seu superior”. Eu acredito que ter Kyoshu-Sama como único, absoluto e insubstituível alicerce significa, em suma, considerar que a salvação realizada por Deus é única, absoluta e insubstituível.

Se, agora, Kyoshu-Sama nos dissesse: “Vamos entregar a Deus tudo que existe dentro dos nossos sentimentos”, podemos pensar: “É isso mesmo! Vamos entregar tudo a Deus!”, e encaminhar tudo a Ele, até mesmo o que sentimos em nosso coração. Mas também podemos pensar: “Kyoshu-Sama diz isso, mas tem isto escrito no Ensinamento de Meishu-Sama e existe esta outra forma de interpretação”. Se pensarmos assim, estaremos nos voltando para Deus conforme a nossa conveniência, e portanto, isso não consiste na salvação. Afinal, dessa forma, Deus não consegue acolher tudo. A vontade de Deus é acolher tudo!

Se nos voltarmos para Deus com um sentimento incompleto como esse, a salvação também será incompleta e, além disso, seremos incompletos ao transmitir a salvação aos membros e, consequentemente, a salvação deles também não será completa.

Nesse sentido, o fato de considerarmos Kyoshu-Sama como único, absoluto e insubstituível alicerce para recebermos o sentimento de Meishu-Sama, também está ligado à conclusão da salvação, no seu verdadeiro sentido. É assim que eu reconheço isso.

Ontem, nasceu a Igreja Mundial do Messias. Hoje, assim como foi dito pelo presidente Nakadomari, não há como prever o que teremos daqui por diante, não é verdade?

Entretanto, Meishu-Sama disse: “A flecha de Deus já se separou da corda do arco”. Ou seja, a flecha já está em movimento. A salvação por Deus já está em ação. Originalmente, já não há mais o que ser feito a partir do momento em que Meishu-Sama usou o nome Messias. E, agora, a Igreja Mundial do Messias ressurgiu e ninguém mais pode impedir a atuação de Deus. Isto porque, não se trata de algo que pode ser controlado pela força humana.

Por conseguinte, acho que muitas coisas acontecerão de agora em diante. Meishu-Sama disse: “Ocorrerão situações que estremecerão o Céu e a Terra”. Ele também disse que iniciar-se-ia uma “nova peça teatral de revolução mundial”. E disse que o ser humano não consegue sequer imaginar a imensidade dessa proporção. Doravante ocorrerão, um após outro, inúmeros acontecimentos inimagináveis com uma velocidade surpreendente, que ultrapassa a imaginação do ser humano.

Nós iremos servir com muito entusiasmo nessa obra inimaginável que é desenvolvida por Deus! Isso é necessário para a salvação da humanidade. O simples fato de podermos servir é uma honra!

É com esse sentimento que, juntamente aos senhores, quero seguir em frente servindo na obra de Deus com muita determinação, empenho incansável e obediência.

Muito obrigado.

Versão em PDF:Encontro de Responsáveis de Área de Difusão_Masaaki-Sama 

Este conteúdo está disponível em: English